Tendo em vista o sério problema ambiental que o uso massificado de lâmpadas fluorescentes provocam ao Meio Ambiente e à saúde do ser humano (certamente que também aos animais), quando do seu descarte, em função da contaminação por mercúrio, que faz parte dos componentes para a funcionalidade desse tipo de iluminação, é urgente a implementação de substitutos não poluentes, energeticamente tão ou mais econômicos e de desempenho assemelhado.
Surge pois a tecnologia das lâmpadas com LED, inicialmente muito difundida em aparelhos eletrônicos como sinalização e decorativos.
Lanternas portáteis, semáforos, painéis luminosos, fachadas de prédios, sinaleiras de automóveis, letreiros e outras aplicações já se tornaram de uso comum no cotidiano.
Surge pois, para complementar ou para substituir a iluminação doméstica e comercial convencional (incandescentes em crescente desuso e fluorescente que é poluidora) o sistema de iluminação com LED.Já existente em algumas lojas de material elétrico da região metropolitana, são oferecidas nos modelos iguais à lâmpada dicróica comum de 50 Watts (12 V e 220 V), com o diferencial de ter apenas 1,5 Watt de potência, não dissipa calor e não requer dispositivos auxiliares como reator ou transformador, pois é ligada diretamente na rede elétrica (220 V). Na tonalidade Warm White (idêntica à luz emitida pela lâmpada halógena dicróica), e decorativas nas cores: azul, vermelha amarela e verde. Vida útil sugerida de 35.000 horas.
Também encontramos lâmpadas de LED com rosca E 27 (igual às lâmpadas incandescentes comuns e às fluorescentes eletrônicas), do tipo PAR 20, na cor branca brilhante (semelhante à de multi vapores metálicos – HQI – também poluente), com potência de 2 Watts e vida útil sugerida de 50.000 horas.
Esse tipo de lâmpadas poderia substituir com vantagens os sistemas automáticos ligados por sensor de presença, que são mais suscetíveis à redução da vida útil em função dos desligamentos e ligações freqüentes.
Outra vantagem importante do LED sobre as lâmpadas fluorescentes eletrônicas é a de não provocar interferências na rede elétrica (“ruídos” por harmônicas) nem causar redução do fator de potência, que nas fluorescentes eletrônicas só é eliminado com a colocação de filtros especiais e calculados especificamente.
Já estariam sendo colocadas à disposição no mercado, lâmpadas de LED do tipo PAR 38, com 4 Watts de potência, para substituir a incandescente, do mesmo modelo, com 80 Watts de potência.
Essas lâmpadas de LED, assim como a maioria dos demais tipos, não pode ser utilizada em ambientes úmidos (suscetíveis à chuva), sem ter a proteção adequada (refletores ou luminárias que a protejam).
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